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ALAGOAS


Bandeira de Alagoas.

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Estado brasileiro situado a leste da região Nordeste. Tem como limites: Pernambuco (N e NO); Sergipe (S); Bahia (SO); e oceano Atlântico (L). A capital é Maceió. Dispõe de 102 municípios.

As cidades mais populosas são: Maceió, Arapiraca, Palmeira dos Índios, União dos Palmares e Rio Largo. O relevo é modesto, em geral abaixo dos 300m. São Francisco, Mundaú e Paraíba do Meio são os rios mais importantes.

A economia se baseia na indústria (química, açúcar e álcool, cimento e alimentícia), agricultura, pecuária e extração de sal-gema, gás natural e petróleo. No início do século 16 a região foi invadida pelos franceses. Porém, em 1535, Duarte Coelho, donatário da capitania de Pernambuco, retomou o controle da área para os portugueses. Coelho ainda incentivou o plantio da cana e a construção de engenhos.

No século 17 os holandeses ocuparam a área de onde só saíram em 1645. Data também do século 17 a formação do Quilombo dos Palmares, constituído por escravos fugitivos e destruído em 1690. Em 1817 Alagoas tornou-se independente da capitania de Pernambuco.

Durante o Império, movimentos como a Confederação do Equador e a Cabanada aí tiveram lugar. Em 1839 a sede do governo foi transferida da antiga cidade de Alagoas (hoje Marechal Deodoro) para Maceió.

Alagoas tem em sua história muitos acontecimentos que não poderiam ser descritos simplesmente com um texto. Por este motivo a Secretaria Executiva de Turismo decidiu colocar trechos do livro “Alagoas” do Escritor Ledo Ivo, pertencente à Coleção Nosso Brasil para contar um pouco da importância do Estado dentro da história do Brasil.

“O território em que, hoje, se situa o Estado de Alagoas foi um dos cenários privilegiados do episódio da expansão comercial e marítima da Europa, de que resultaram a descoberta e a colonização do Brasil pelos portugueses.

Segundo Alexandre Von Humboldt, que se baseia no clássico quinhentista João de Barros, foram alagoanas as primeiras terras avistadas por Cabral, a 10 graus de latitude austral. O historiador pernambucano José Bernardo Fernandes Gama sustenta opinião idêntica. A leitura da carta de Pero Vaz de Caminha não consolida essa versão, que, aliás, não prosperou. Mas, é certo que o navio comandado por Cabral a Lisboa, com a comunicação de sua descoberta, custeou o litoral alagoano.

Antes da descoberta portuguesa, o litoral alagoano já era conhecido dos europeus, no caso os piratas franceses. Foram estes os primeiros homens brancos a pisar as terras alagoanas. Vinham comerciar com os caetés. Trocavam facas, tesouras, pentes, espelhos e machados por pau-brasil, araras, papagaios, macacos e algodão. Em suas relações com os índios, que os estimavam, diferenciavam-se dos portugueses, estes sempre, ou quase sempre, inclinados a escravizar os indígenas e saquear as tribos. Os franceses permaneciam em terra, nos seus portos, durante o tempo da derrubada e carregamento das madeiras. Assim, cabe-lhes a primazia no processo de miscigenação. Os primeiros mamelucos alagoanos foram decerto, mistura de francês e índio.

De todos os índios brasileiros, foram os caetés das Alagoas os que mais odiaram os portugueses, os quais terminaram por dizimá-los, em implacáveis caçadas.

A convivência do índio alagoano com o corsário francês foi uma das causas determinantes da colonização do Brasil. Concluíram os portugueses que, sem a ocupação da Terra de Santa Cruz - já então chamada de Brasil, por causa de seu pau corante -, haveriam de perdê-la para os franceses.

Em 1556, produziu-se na costa sul das Alagoas, entre Coruripe e São Miguel, um acontecimento que haveria de ter uma influência profunda, não só na história da Capitania, como no próprio sistema de relações de Portugal com a sua Colônia. Ali, naufragou a nau Nossa Senhora da Ajuda. Nela, viajavam para Lisboa, o primeiro bispo do Brasil, D.Pero Fernandes Sardinha. Mais de cem pessoas foram assadas e devoradas pelos caetés, salvando-se apenas dois índios baianos e um língua (intérprete) português.

Cidades Históricas

Cidades como: Penedo, Marechal Deodoro, Porto Calvo, Piranhas e União dos Palmares contam a historia de Alagoas. Casarios, fortes, igrejas, prédios e monumentos formam o patrimônio histórico, cultural e religioso que os alagoanos se orgulham de mostrar ao visitante.

Folclore:

Manifestações, cantigas e dança das Alagoas.
Alagoas é o estado brasileiro que possui a maior diversificação em folguedos. Possuímos quatorze folguedos natalinos, dois folguedos de festas religiosas, quatro folguedos carnavalescos, quatro folguedos carnavalescos com estrutura simples, dois torés e três danças, totalizando vinte e nove folguedos e danças alagoanas.

O que diferencia o folguedo da dança "é o sentido de representação, ausente na dança e presente nos folguedos", segundo o folclorista Roberto Câmara Benjamim.
Conheça aqui alguns dos nossos principais folguedos e danças.

Guerreiro das Alagoas
Auto dos Guerreiros ou Guerreiro é um folguedo natalino de caráter dramático profano-religioso, que se comemora entre o período de 24 de dezembro a 06 de janeiro, anunciando de porta em porta a chegada do Messias e homenageando aos três Reis Magos.
Antigamente formado entre 50 e 64 figurantes, hoje varia entre 25 e 35, o Guerreiro é um grupo de dançadores e cantadores, surgido entre 1927 e 1929, pelo sincretismo do reisado alagoano junto ao desaparecido Cabocolinho, e ainda com subsídios temáticos das Cheganças, Pastoris e o Bumba-meu-boi. Comportando também o maior número de figurantes e episódios, tendo mais riqueza em seus trajes e na música, muitos estudiosos do Folclore, costumam dizer se tratar de um "Reisado Moderno", podendo ele, o Guerreio substituir ambos, Cabocolinho e Reisado, tornando-se assim, um único folguedo.

Vestimenta: imita igreja, palácios, catedrais, diademas e coroas, guarda-peitos, calção e mantos. Episódios: Semelhantes aos do Reisado. Entremeios: O boi, a do índio perí, substitui a guerra, lira sereia, entre outros.

 

Outros Folguedos importantes:

Pastoril - É o mais conhecido e difundido folguedo de Alagoas. É uma fragmentação do presépio, sem os textos declamados e sem diálogos, constituídos apenas por jornadas soltas, canções e danças religiosas ou profanas de épocas e estilos variados.
Como os presépios, origina se de autos portugueses antigos, guardando a estrutura dos Noéis de Provença, França.

Bumba meu boi - Auto popular de temática pastoril que tem na figura do boi o personagem principal. Aparece em todo o Brasil com nomes parecidos. Em Alagoas a apresentação do bumba é semelhante a um teatro de revistas, com desfiles de bichos ao som de cantigas entoadas por cantadores do conjunto musical que faz o acompanhamento.

Chegança - Auto de temática marítima versando temas vinculados à vida no mar, às dificuldades como tempestade, contrabando, briga entre marujos e lutas entre cristãos e mouros infiéis, seguidores de Maomé. Deriva se das "mouriscadas" peninsulares ou das lutas e danças entre cristãos e mouros da Europa. É de origem ou aculturação européia.

Reisado - Auto popular profano religioso, formado por grupos de músicos, cantores e dançadores que vão de porta em porta, no período de 24 de dezembro a 06 de janeiro, anunciar a chegada do messias, homenagear os três reis magos e fazer louvação aos donos das casas onde dançam. De origem portuguesa, sua principal característica é a farsa do boi que constitui um dos entremeios, onde ele dança, brinca, é morto e ressuscita.

Capital: Maceió

Área (km²): 27.767,661
Número de Municípios: 102
População Estimada (2005): 3.015.912

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